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Liberdade

Submetido em 02/10/08 - 03:41 PM

LIBERDADE

por Rui Diniz

(Debata ou comente este artigo aqui)

Nos dias de hoje, somos confrontados pelos nossos líderes e representantes de Estado com os conceitos de “liberdade” e “terror”, “ordem” e “caos”. Isto é, com o dualismo entre ambos, simplificando, o “bem” e o “mal”. Antes de prosseguir, quero tecer algumas considerações em relação à imagem de “caos”. O caos não é natural. Há que desmistificar essa imagem. Nada na natureza é caótico. Apenas quando o ser humano se afasta da natureza, pode provocar períodos de aparente caos. Assim, a ausência da ordem imposta pela elite não é automaticamente igual a caos verdadeiro, mas a elite tratará de o provocar, pois o medo da imagem de caos natural sempre serviu bem as elites da História.
As limitações de uma visão dualista são evidentes e lógicas; por um lado promove o medo (e nenhuma ferramenta substitui a eficácia do medo na engenharia de controlo social), por outro limita as escolhas ao que é apresentado, excluindo sequer de consideração outras hipóteses fora desse espectro curto e cego de bem/mal, esquerda/direita, etc. Muito mais próximo da realidade é que as escolhas são infinitas, mas numa sociedade que existe para ser servida pelos indivíduos em vez de existir para servir os indivíduos, quanto mais limitadas forem as escolhas, melhor. Aqui, a democracia tem um papel importante e sublime; as pessoas são programadas (através de repetição, condicionamento e outras técnicas behavioristas) com as ideias:

a) de que são a sua reflexão e escolha livres que elegem os líderes
b) de que a democracia serve os cidadãos
c) de que são livres

Começo assim por tecer algumas considerações em relação aos pontos a e b. Toda a gente sabe interiormente que algo está errado com o sistema eleitoral da democracia. Primeiro porque só membros de elites visíveis - ou invisíveis - têm possibilidade de ser eleitos (note-se por exemplo que Mário Soares num dos seus mandatos como presidente da república, “propôs” uma lei, que naturalmente iria ser aprovada, em que apenas cidadãos com licenciatura poderiam concorrer à presidência), segundo porque as nossas reflexões são infectadas não só por continuamente alimentadas convenções morais e dogmáticas como por mentiras e por hipnóticas campanhas de marketing que nos incutem, a nível subconsciente e colectivo, o dualismo e as imagens estereotipadas inalcançáveis destinadas a nos fazer sentir pequenos e insuficientes, drenando de nós força que poderíamos usar em análise útil e a viver divertindo-nos, o que nos libertaria. Ao invés disso é-nos providenciado um ambiente de constante medo, com algumas particularidades interessantes, através dos media, que sempre nos reafirmam o dogma conformista com o “nosso bom” modelo de sociedade: «A nossa sociedade democrática é o modelo ideal e funcionaria em pleno não fosse os outros que não a escolhem». Assim, o que nos é de base incutido é a ideia de que quem não se conformar com a nossa democracia, mesmo que lhe veja enormes defeitos, é automaticamente parte do problema dessa própria democracia e portanto parte do motivo pelo qual ela não funciona. Ora bom, pensemos um pouco aqui.
Se um modelo social necessita determinantemente de tanta cedência e sacrifício por parte do povo (cedência e sacrifício esses que são escondidos atrás das tais morais e das tais hipnoses massificadas), porque o aceitamos e nos conformamos com ele? Porque a nossa energia e liberdade nos são sugadas a nível mental e mesmo fisiológico. A nível mental, já dei alguns indícios em relação a como é feito, mas apresento alguns pontos-chave para a drenagem de energia mental:
 

  • Fazer os indivíduos do povo sentir-se insuficientes, insignificantes e inconsequentes.
  • Aproveitar o ponto anterior em campanhas de marketing do foro comercial ou ideológico (normalmente através dos tais estereótipos inalcançáveis os quais, em condições de reflexão isenta, grande parte dos indivíduos não ambicionaria ser).
  • Bombardear o povo com lixo mental, entretendo-o continuamente e abrangendo qualquer momento do dia-a-dia (TV, Rádio, Internet, Consolas, Telemóveis, Revistas, Jornais, Cinema, etc).
  • Providenciar às crianças um sistema de programação mental (chamado de sistema educacional), no qual, ao invés de ser dada a hipótese aos alunos de aprender por si apoiados por professores, desenvolvendo assim uma mente aberta, são programados por repetição e é-lhes exigida fé incondicional no que diz o currículo escolar.


A nível fisiológico, temos questões importantes como a alimentação, a farmacêutica e medicina e o sexo.

No que diz respeito à alimentação, não tendo neste momento dados suficientes relativamente aos efeitos dos químicos colocados nos alimentos mais massificados, deixo a reflexão em relação aos horários convencionados. É “normal” haver um pequeno-almoço, um almoço, um lanche, um jantar e eventualmente um petisco antes de dormir. No entanto, o corpo humano não necessita de ingerir alimentos tantas vezes, especialmente se uma das refeições for substancialmente nutritiva. Este excesso continuado tem provocado desde obesidade descontrolada (a par de um vício de comer, que surge também como uma compensação por outras frustrações derivadas), outras doenças digestivas e doenças cardiovasculares.
Quanto à farmacêutica, para além de termos por exemplo de absolutamente confiar nos técnicos que preparam vacinações e de muitas delas serem obrigatórias para as crianças (ver Vaccination: The Hidden Truth), deixa-me muitas dúvidas (para não avançar com certezas).
Até supostas “epidemias” como a gripe das aves e a vacinação anual anti-gripe têm contornos sinistros. No entanto, o que é mais evidente é que todo um conhecimento antigo medicinal foi cortado de um ponto da pirâmide social para baixo (veja-se a inquisição, a perseguição aos pagãos, a “satanização” dos alquimistas e curandeiros, etc) e esse conhecimento antigo substituído para o povo, recentemente, pela medicina química, a farmácia.
(No livro “1984” de George Orwell, lê-se: “Quem controla o Passado, controla o Futuro; Quem controla o Presente, controla o Passado.”)
É-nos afirmado que uma parte importante de doenças não têm uma cura propriamente dita, mas os efeitos e o desconforto das mesmas podem ser minimizados pelo uso de medicamentos químicos. Tenho de colocar isto em causa. Primeiro porque se após tantos milénios de humanidade, a medicina apenas está neste ponto é porque é incompetente… o que não é. É limitada propositadamente. Depois porque a farmacêutica é um negócio, tal como a medicina (daí que tenhamos vindo a assistir à privatização e corporativização de cada vez mais hospitais) e tanto no negócio da farmacêutica como no da medicina (que se conjugam) os doentes são clientes. Logo, não tenhamos ilusões: nenhum negócio quer perder clientes, quer antes fidelizá-los. Assim, os medicamentos que apenas amenizam a doença tornam-se no produto de fidelização da indústria farmacêutica, a consulta de rotina ou a consulta derivada dos efeitos secundários dos medicamentos torna-se no produto de fidelização da medicina (isto porque é incutido nas pessoas através dos métodos mentais já referidos que apenas a medicina convencional é oficial e de confiança). Mais: não haverá interesse por parte destes negócios em gerar mais necessidades?... Mais... doenças?

Relativamente ao sexo o método é bem mais interessante. Por um lado inunda-se a visão do sexo com moralismos e restrições, causando frustrações fisiológicas e mentais. Por outro, através do marketing (não somente o publicitário e comercial, de notar) atinge-se a ferida que os próprios abriram ao introduzir frustrações do foro sexual, com imagens sexualmente estereotipadas, jogando com a frustração, prometendo sexo a quem se comportar de determinada forma. O sexo é libertador. A nível fisiológico e mental. É uma ferramenta de libertação tão importante que tem sido talvez o factor mais comum de restrição em todas as sociedades ao longo dos tempos. A meu ver, um ser humano completo só o pode ser incluindo na sua vida sexo gratificante, e repito aqui: gratificante. Uma pessoa frustrada sexualmente, tende a inferiorizar-se, a restringir-se, a alimentar medo e insegurança, a aceitar sem pensar. Tende também a focar a sua mente num substituto ideológico que lhe sirva de escape para as energias sexuais contidas e isso é abundantemente providenciado pelo status quo.

Chegamos então ao conceito de “liberdade” que é, sempre, servido às massas como estando do nosso lado, no nosso modelo de sociedade. É notório imediatamente que, se a “liberdade” está connosco e outros “pobres desgraçados” não a têm devido ao seu modelo social e/ou religioso, que a “liberdade” é portanto um aspecto atingível apenas por aqueles que têm a sorte de viver no tal país ou sistema. Esta é parte da hipnose. Pensamos “somos livres e sortudos” quando vemos os filmes hollywoodescos das notícias na TV, mas nunca olhamos para nós próprios, evitando ver as nossas próprias algemas (ou quando o fazemos, comparamos com o que vemos no ecrã e contentamo-nos) e nunca sequer pomos em causa a veracidade do que nos é noticiado nem observamos a forma subversiva como é feito. Este tipo de jogo de medo apela ao nosso “cérebro reptiliano” (ver Cérebro Reptiliano) que, quando confrontando com uma situação de emergência, comanda-nos: “Não te mexas, não faças barulho, ou serás visto e atacado”.

Prossigo verificando que neste conceito de “liberdade”, existem barreiras intransponíveis à consideração e estudo cultural, ou sejam, tabús. Uma das primeiras questões que se deve analisar é que se são colocadas barreiras à consideração social, o conceito de liberdade morre. Isto porque, no dicionário:

liberdade

do Lat. libertate
s. f.,
faculdade de uma pessoa poder dispor de si, fazendo ou deixando de fazer por seu livre arbítrio qualquer coisa;
gozo dos direitos do homem livre;
independência;
autonomia;
permissão;
ousadia;
(no pl. ) regalias;
(no pl. ) privilégios;
(no pl. ) imunidades.

- de consciência: direito de emitir opiniões religiosas e políticas que se julguem verdadeiras;
- de imprensa: direito concedido à publicação de algo sem necessidade de qualquer autorização ou censura prévia, mas sujeito à lei, em caso de abuso;
- individual: garantia que qualquer cidadão possui de não ser impedido de exercer e usufruir dos seus direitos, excepto em casos previstos por lei.


Ora, se liberdade (sem aspas) inclui «direito de emitir opiniões religiosas e políticas que se julguem verdadeiras», porque existem assuntos vedados à liberdade? Casos do Holocausto, do 11 de Setembro (ver 11 de Setembro em VerdadeOculta.pt.vu) e outros, que, para além de serem vedados por autoridades oficiais de Estados a pública consideração e análise de estudos alternativos e imparciais sérios (note-se que é punido por lei, em alguns países-chave, estudar o Holocausto à parte da história oficial – ver One Third of the Holocaust e depois The Persecution of Revisionists [¹] e consultar também True Torah Jews Against Zionism e em particular relacionado com este assunto: The Role of Zionism in the Holocaust) são inundados com propaganda deturpante que visa não só descredibilizar esses eventuais estudos mais sérios e menos místicos, como também reescrever a história com a versão vigente. Mais: aqueles que apelam à reflexão acerca dos tabús ou dogmas são “satanizados” no interior do subconsciente colectivo (reacção condicionada – behaviorista) ou mesmo exteriormente (sugestão externa que alimenta a hipnose dogmática) quando necessário à elite. Sobre a “satanização” debruço-me mais à frente. Isto tudo não devia ser já nada de novo e está claramente apresentado no site www.verdadeoculta.pt.vu, mas se for novo para si, teste a sua liberdade e consulte este site com atenção e sem condicionalismos.

Focando-me agora mais no conceito de liberdade (conforme o dicionário a descreve) e especialmente no aspecto importante do «direito de emitir opiniões religiosas e políticas que se julguem verdadeiras», faço uma pergunta: porque nos esquecemos, século após século, que é a intolerância do pensamento, e não da acção, a fonte da nossa ausência de liberdade total, de uma liberdade sem aspas, barreiras ou limites?
Passo a explicar: o ser humano é gregário. Assim, tem uma tendência natural quase irresistível de esforçar-se por ser aceite no seio do grupo onde nasce ou para onde se mude. Se nesse grupo existir um conjunto de regras filosóficas ou estruturas de pensamento, a pessoa nova tenderá a assimilá-los tentando inconscientemente recolher o prémio da aceitação. Ou então, se surgir numa nova comunidade acompanhado de pessoas suficientes com quem possa manter os hábitos diferentes – sendo este também um caso de procura de aceitação, quando não no todo da sociedade, na parte mais imediata e próxima. Temos disto demasiados exemplos na História e mais que suficientes estudos psicológicos humanos para ter de deixar exemplos.
Assim, a sociedade, sendo feita de indivíduos, tem tendência a absorver e assimilar para uma determinada forma de pensar os que são mais fracos de consciência e de deixar-se, gradualmente, transformar para os moldes filosóficos dos mais fortes de consciência e mais carismáticos (aqueles que quebraram a barreira social da igualdade massificada). Assim sendo, será tão difícil compreender que, se são os diferentes que se tornam importantes para todos nós, tentar castrar essas diferenças à nascença é limitar-nos e aprisionar-nos? Note-se que as pessoas actualmente no Poder (as verdadeiramente no Poder, não significando portanto necessariamente os líderes de Estado – ver Money Masters), tiveram de ser diferentes e clandestinos no seu interior perante a sociedade a dada altura. Foi essa clandestinidade a génese de grupos secretos que visavam manter uma visão do mundo longe do braço da autoridade social vigente.
Hoje em dia, incita-se o orgulho pessoal na visão social para que as pessoas, por esse orgulho, não aceitem considerar opiniões divergentes (isto é reforçado pelas várias frustrações, em especial a sexual). É no entanto nessa diversificação de opiniões que a humanidade tem encontrado os seus momentos mais felizes. É na troca de ideias e visões saudável que o ser humano encontra o Amor pelo próximo e não na perspectiva hipócrita da tolerância exterior – porque é no indivíduo, no elemento do todo, que tudo começa.
Não esqueçamos que o maior Império de todos os tempos, o império britânico, foi justificado pela ideia “altruista” de “espalhar a civilização pelos selvagens”. Até que um psicólogo britânico teve a ousadia de afirmar que “os selvagens são mais felizes do que nós”. Reflita-se.

Não vou terminar sem dissertar um pouco mais em relação ao factor medo. O medo está sempre presente nos modelos sociais ao longo dos tempos e é a maior força limitadora que o Homem enfrenta. Seja o medo de uma divindade, o medo do que os outros pensam de nós, o medo de demolir a nossa concepção da realidade ou o medo da autoridade. Somos, enquanto cidadãos de uma sociedade hierárquica, claramente sempre escravos desse medo. Por isso é que os “sem medo” são vistos como mártires ou heróis e são também por norma mastigados pelo sistema vigente. Existem também os heróis “oficiais”, aqueles que são usados pela sociedade como exemplos e símbolos da “liberdade” social, mesmo que a sua verdadeira convicção tenha sido deturpada para esse fim. Por este último tipo de heróis (que posso apelidar de “heroísmo escravo”) é que o poeta Reinaldo Ferreira escreveu a sua “Receita para fazer um herói”:

Tome-se um homem,
Feito de nada, como nós,
E em tamanho natural.
Embeba-se-lhe a carne,
Lentamente,
Duma certeza aguda, irracional,
Intensa como o ódio ou como a fome.
Depois, perto do fim,
Agite-se um pendão
E toque-se um clarim.
Serve-se morto.


Serão estes os verdadeiros heróis? A meu ver, certamente que não. O herói numa sociedade é aquele que não tem medo de questionar, de olhar para diferentes pontos de vista e de com isso, enriquecer a Humanidade, mesmo que a sua visão seja “satanizada”. Um herói é aquele que, por se ter libertado das ideias impostas pelo meio, se torna capaz de dispôr de si e fazer alguma coisa em prol da liberdade do seu semelhante. Assim, na realidade, o heroísmo não existe porque não há nada nele que não nos deva ser natural.
A “satanização”, que provém de uma visão maniqueísta muito antiga, é e tem sido bastante utilizada como método de controlo do povo. Se alguma opinião ou pergunta ou etnia ou seja o que for (que doravante abreviarei como “coisa”) é inconveniente ao poder actual de uma sociedade, basta “satanizar-se” essa “coisa” e o povo tratará de, por medo do “mal” e da autoridade, persegui-la ou no mínimo evitá-la. Assim, bastará que prestemos atenção a nós próprios e a quem nos rodeia com um espírito de observação imparcial e aberto, para verificar estes pontos em relação ao que é “satanizado”:
 

  • Se não gosto dela é porque considero essa “coisa” um “mal”?
  • Quem tem a ganhar com o facto de eu não gostar dessa “coisa”?
  • Que motivações e fundamentos terá essa “coisa” para existir?
  • Que efeito tem essa “coisa” no individuo (sim, individuo e não sociedade, porque a sociedade começa no individuo)?


Prestando atenção a estas perguntas quando avaliamos as nossas próprias opiniões acerca de algo, dar-nos-á maior liberdade interior (esta já sem aspas) e capacidade de tolerância verdadeira, o que despertará Amor pelo próximo (o tal que tem vindo a ser dualisticamente e religiosamente apresentado, com as limitações inerentes já consideradas).
Portanto, em vez de se seguir cegamente uma norma que aponte a “coisa” como um mal e nos faz intolerantes e soldados fantoches de uma luta pelos interesses da elite na sua guerra (sim, disse GUERRA) contra o homem comum ou de hipocritamente se tolerar exteriormente “coisas” ao invés de as compreendermos (note-se que esta é a função da fé – seguir a moral instituída sem questionar, sendo o resultado pretendido o conformismo), devemos sim compreender as “coisas”, estudá-las, vivê-las até se necessário, e fazer-nos as perguntas devidas, encontrando aí a sabedoria, compreensão e até tolerância interior. O movimento da natureza é sempre de expansão, ou seja, de dentro para fora… e a mudança da sociedade começa sempre no indivíduo. Começa em si e em mim. Começa em nós. Olhe para si. Tenha a coragem de se enfrentar no espelho e de ver cair a máscara que não é sua… quando sentir desconforto por verificar a enorme profundidade da mascara que veste, alegre-se: deu o seu primeiro passo verdadeiramente livre.

 

RD 

[¹] É importante ver este vídeo até ao fim.

Autor: Rui Diniz rd@ruidiniz.net

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"Quando te conheci eras um vagabundo inútil, sem noção de nada, sem talento, sem visão. Nós demos-te um caminho. Nós demos-te uma função. Se queres ter valor próprio, se queres dar algo verdadeiramente teu, então aproveita e retira-te graciosamente do nosso caminho, acaba os teus dias na História de Halmos como um Chanceler inapto e sem força, mas ainda assim um Chanceler e ainda assim com lugar na História. Caso contrário, por Rop, eu juro que te arrancamos da nossa frente!"

Rui Diniz: Terra: Os Deuses Vivem! - excerto da Parte III