"Eles são meio-humanos; a outra metade de si mesmos é uma dentada dura dada no vazio. (...) Só eu e os como eu, da nossa posição de percepção zigurática no meio dos semi-vivos, escutamos os intervalos da passagem do tempo pela multidão; apenas porque vivemos cá dentro."
Rui Diniz: Olympus: A Profecia do Grande Espírito - excerto do Prólogo